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QUANDO A VASTIDÃO DAS EXPERIÊNCIAS DIGITAIS E MATERIAIS VIRAA INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA.


Por que, ao pesquisarmos as mesmas palavras-chave ou hashtags no Google

e nas redes sociais digitais, recebemos, interpretamos e agimos de forma

diferente? De que maneira as práxis cotidianas, em especial as midiartivistas,

impactam a participação democrática em contextos urbanos digitalizados?

Essas perguntas, nada simples, foram o ponto de partida de uma série de cinco

oficinas ministradas pelo doutorando, Jader C. Damasceno de OLIVEIRA, com

enfoque na instrumentalização de comunicadores populares, pesquisadores e

estudantes interessados em entender como as experiências dentro e fora do

digital podem ser investigadas, bem como como suas ações on/off influenciam

a forma como a sociedade acessa (consome), pratica (produz) e compartilha

(distribui) informações e opiniões, ao mesmo tempo em que participa dos

debates públicos. Em ordem temporal, as oficinas “Introdução ao uso transdisciplinar do software

IRAMUTEQ em pesquisas de Comunicação” (Intercom Sul, 2024);

“Comunicação do presente: o uso de métodos experimentais em pesquisas

comunicacionais atravessadas por estudos culturais, políticos e econômicos”

(Intercom Nacional, 2024); “O uso de métodos experimentais em pesquisas

híbridas que envolvem comunicação, cultura e política” (Intercom Nordeste,

2025); “Midiartivismos: emergências artísticas e comunicacionais em vias de

midiatização” (Intercom Sudeste, 2026) e “Midiartivismos: emergências

artísticas e comunicacionais em vias de midiatização” (Intercom Centro-Oeste,

2026) foram atividades conduzidas por Oliveira, doutorando do Programa de

Pós-Graduação em Mídia e Cotidiano da Universidade Federal Fluminense

(UFF), no qual propôs ensaios práticos do modelo teórico-metodológico que

vem sendo investigado e desenvolvido desde o mestrado e aperfeiçoado no

doutorado sobre o uso de modelos híbridos, experiências coletivas e práticas

sociais nos trânsitos digital e nas ruas das cidades midiatizadas.

Mais do que discutir teorias sobre métricas algorítmicas e modelos de

plataformas, as oficinas colocaram os participantes interessados em diálogo

ativo das suas investigações com suas vivências técnicas cotidianas, os

aparatos técnicos, seus próprios celulares, tablets e computadores, como

modelo de práxis de funcionamento dos mecanismos que organizam a

informação na atualidade.

Como resultado, tivemos o aperfeiçoamento das técnicas imaginadas e

desenvolvidas pelo doutorando, além da divulgação de um modelo capaz de

contribuir com submersas nos universos rede e rua e ao mesmo tempo orbitar

temas artísticos, ativistas, midiáticos e político-econômicos.

Dessa forma, as experiências ajudaram a transformar a ação cotidiana de

pesquisar no buscador do Google, redes digitais e veículos de comunicação,

em uma oportunidade, aparato analítico de reflexão crítica sobre o papel da

comunicação e da cultura como importantes espaços de disputa social,

simbólica e de poder.

Para quem deseja saber mais sobre o modelo analítico midiartivista, basta

acessar os links abaixo ou explorar suas publicações, entrevistas e projetos

vinculados ao grupo de pesquisa EMERGE do Programas de Pós-Graduação

em Mídia e Cotidiano da UFF, COMUM do Programas de Pós-Graduação em

Comunicação da UFPI e/ou às palavras-chave #midiartivismo, #ojornartista e


Para saber mais:

Programas Comunicação em Movimento (EMERGE/PPGMC/UFF)

Papo Maroto - TV Assembleia - PI

Lattes Jader C. D. OLIVEIRA

 
 
 

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