QUANDO A VASTIDÃO DAS EXPERIÊNCIAS DIGITAIS E MATERIAIS VIRAA INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA.
- Jader Cleiton Damasceno de Oliveira

- há 10 horas
- 2 min de leitura

Por que, ao pesquisarmos as mesmas palavras-chave ou hashtags no Google
e nas redes sociais digitais, recebemos, interpretamos e agimos de forma
diferente? De que maneira as práxis cotidianas, em especial as midiartivistas,
impactam a participação democrática em contextos urbanos digitalizados?
Essas perguntas, nada simples, foram o ponto de partida de uma série de cinco
oficinas ministradas pelo doutorando, Jader C. Damasceno de OLIVEIRA, com
enfoque na instrumentalização de comunicadores populares, pesquisadores e
estudantes interessados em entender como as experiências dentro e fora do
digital podem ser investigadas, bem como como suas ações on/off influenciam
a forma como a sociedade acessa (consome), pratica (produz) e compartilha
(distribui) informações e opiniões, ao mesmo tempo em que participa dos
debates públicos. Em ordem temporal, as oficinas “Introdução ao uso transdisciplinar do software
IRAMUTEQ em pesquisas de Comunicação” (Intercom Sul, 2024);
“Comunicação do presente: o uso de métodos experimentais em pesquisas
comunicacionais atravessadas por estudos culturais, políticos e econômicos”
(Intercom Nacional, 2024); “O uso de métodos experimentais em pesquisas
híbridas que envolvem comunicação, cultura e política” (Intercom Nordeste,
2025); “Midiartivismos: emergências artísticas e comunicacionais em vias de
midiatização” (Intercom Sudeste, 2026) e “Midiartivismos: emergências
artísticas e comunicacionais em vias de midiatização” (Intercom Centro-Oeste,
2026) foram atividades conduzidas por Oliveira, doutorando do Programa de
Pós-Graduação em Mídia e Cotidiano da Universidade Federal Fluminense
(UFF), no qual propôs ensaios práticos do modelo teórico-metodológico que
vem sendo investigado e desenvolvido desde o mestrado e aperfeiçoado no
doutorado sobre o uso de modelos híbridos, experiências coletivas e práticas
sociais nos trânsitos digital e nas ruas das cidades midiatizadas.
Mais do que discutir teorias sobre métricas algorítmicas e modelos de
plataformas, as oficinas colocaram os participantes interessados em diálogo
ativo das suas investigações com suas vivências técnicas cotidianas, os
aparatos técnicos, seus próprios celulares, tablets e computadores, como
modelo de práxis de funcionamento dos mecanismos que organizam a
informação na atualidade.
Como resultado, tivemos o aperfeiçoamento das técnicas imaginadas e
desenvolvidas pelo doutorando, além da divulgação de um modelo capaz de
contribuir com submersas nos universos rede e rua e ao mesmo tempo orbitar
temas artísticos, ativistas, midiáticos e político-econômicos.
Dessa forma, as experiências ajudaram a transformar a ação cotidiana de
pesquisar no buscador do Google, redes digitais e veículos de comunicação,
em uma oportunidade, aparato analítico de reflexão crítica sobre o papel da
comunicação e da cultura como importantes espaços de disputa social,
simbólica e de poder.
Para quem deseja saber mais sobre o modelo analítico midiartivista, basta
acessar os links abaixo ou explorar suas publicações, entrevistas e projetos
vinculados ao grupo de pesquisa EMERGE do Programas de Pós-Graduação
em Mídia e Cotidiano da UFF, COMUM do Programas de Pós-Graduação em
Comunicação da UFPI e/ou às palavras-chave #midiartivismo, #ojornartista e
Para saber mais:
Programas Comunicação em Movimento (EMERGE/PPGMC/UFF)
Papo Maroto - TV Assembleia - PI
Lattes Jader C. D. OLIVEIRA





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